Realmente é de assutar o nível de segregação dos tucanos.
Dos 46 parlamentares negros eleitos, 67,3% são PT, 15,2% PCdo B, 8,7% PSB, 4,3% Psol e 4,3% PRB.
NENHUM tucano!
Extraído:
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=4&cod_publicacao=34826
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Datafolha - Dilma, 56%; Serra, 44% dos votos válidos
Veja só... até o DataSerra confirma sobre intenção de votos.
Dilma aparece com 56% dos votos válidos contra 44% de José Serra. No total de votos, incluídos brancos, nulos e indecisos, Dilma 50% e Serra, 40%.
Na comparação com a pesquisa anterior aplicada nos últimos dias 14 e 15, Dilma oscilou 2 pontos percentuais para mais e Serra dois para menos.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos.
Dilma aparece com 56% dos votos válidos contra 44% de José Serra. No total de votos, incluídos brancos, nulos e indecisos, Dilma 50% e Serra, 40%.
Na comparação com a pesquisa anterior aplicada nos últimos dias 14 e 15, Dilma oscilou 2 pontos percentuais para mais e Serra dois para menos.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos.
O livro e a bolinha de papel
Publico reportagem extraída do site da Carta Capital
21 de outubro de 2010 às 16:15h
Dois fatos – a suposta agressão a José Serra e a confissão do jornalista Amaury Ribeiro Jr. sobre a quebra dos sigilos fiscais – e duas versões vendidas pela maioria da imprensa
Dois acontecimentos abalaram a campanha eleitoral nesta quarta-feira 20. O primeiro foi o tumulto que aconteceu no Rio de Janeiro durante a caminhada de José Serra. O segundo, a divulgação pela Polícia Federal que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. é o responsável pela quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra e outros líderes tucanos. Dois casos completamente distintos, mas com um nítido elo em comum: a total discrepância entre os fatos e as versões divulgadas pela maioria da grande imprensa. De tal tamanho e de forma tão escandalosa que desnuda, para quem quiser ver, a gritante – mas não assumida – parcialidade da maioria da mídia no processo eleitoral.
Vejamos:
Caso 1: o SBT mostrou claramente as imagens do tumulto no Rio de Janeiro e deixou explícito, nítido, gravado, que José Serra simulou a suposta agressão. Atingido por uma reles bolinha de papel, ele sequer abaixou as duas mãos a fazer o “V” da vitória. Porém, muito depois, alertado por um telefonema (do marqueteiro de plantão?), levou às mãos a cabeça (do lado oposto ao atingido pelo bólido de celulose) e simulou a dor que o encaminhou para uma tomografia computadorizada e a recomendação médica de 24 horas de absoluto repouso. Esse é o fato.
Entretanto, o que o leitor, ouvinte, telespectador recebeu como informação ontem e hoje? Se dependesse apenas dos veículos ligados aos grandes grupos de comunicação, ficaria informado que Serra foi agredido por um rolo de adesivos arremessado por petistas.
Caso 2: Amaury Ribeiro Jr. confessou à PF que coletava informações para o jornal Estado de Minas com o objetivo de “proteger Aécio Neves” contra possíveis ataques de José Serra, seu opositor dentro do PSDB na disputa pela vaga para a candidatura à presidência. Disse também que suas viagens a São Paulo para buscar os documentos fiscais dos tucanos tinham sido pagas pelo jornal. Também contou que depois de abortada a ideia de se publicar as matérias nos jornais – porque Serra foi ungido como candidato tucano – decidiu escrever um livro sobre as privatizações de FHC, onde seria usada parte das informações coletadas. Contou também que teve uma reunião com o jornalista Luiz Lanzetta, que prestava assessoria para a pré-campanha de Dilma Rousseff, depois de sair dos quadros do jornal mineiro. Nesta reunião, disse que teria sido convidado – ou se convidou, não está claro – para trabalhar na campanha petista e que os dados dos sigilos fiscais por ele conseguidos haviam sido aí capturados de seu micro. Esse é o fato.
Entretanto, o que o leitor, ouvinte, telespectador recebeu como informação ontem e hoje? Se dependesse apenas dos veículos ligados aos grandes grupos de comunicação, ficaria sabendo que Amaury Ribeiro Jr. “fazia parte do grupo de inteligência” da campanha de Dilma e que a PF tentava desvincular o jornalista dos petistas.
As versões se encontram:
Aí o Caso 1 e o Caso 2 se juntam da forma a mais funesta e aterrorizante, pois foram exatamente as versões do Serra covardemente atacado e do jornalista a serviço de Dilma que foram passadas para a grande maioria dos brasileiros. E se não fossem as exceções na TV, na internet, no rádio e na mídia impressa seriam as versões vendidas para a totalidade dos brasileiros.
No seu programa no horário eleitoral desta tarde, Serra apresentou sua versão teatral da suposta agressão. Até quando ela vai sobreviver? E Ribeiro Jr., ficará marcado como o funcionário do jornal Estado de Minas ou como membro do “grupo de inteligência” petista?
21 de outubro de 2010 às 16:15h
Dois fatos – a suposta agressão a José Serra e a confissão do jornalista Amaury Ribeiro Jr. sobre a quebra dos sigilos fiscais – e duas versões vendidas pela maioria da imprensa
Dois acontecimentos abalaram a campanha eleitoral nesta quarta-feira 20. O primeiro foi o tumulto que aconteceu no Rio de Janeiro durante a caminhada de José Serra. O segundo, a divulgação pela Polícia Federal que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. é o responsável pela quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra e outros líderes tucanos. Dois casos completamente distintos, mas com um nítido elo em comum: a total discrepância entre os fatos e as versões divulgadas pela maioria da grande imprensa. De tal tamanho e de forma tão escandalosa que desnuda, para quem quiser ver, a gritante – mas não assumida – parcialidade da maioria da mídia no processo eleitoral.
Vejamos:
Caso 1: o SBT mostrou claramente as imagens do tumulto no Rio de Janeiro e deixou explícito, nítido, gravado, que José Serra simulou a suposta agressão. Atingido por uma reles bolinha de papel, ele sequer abaixou as duas mãos a fazer o “V” da vitória. Porém, muito depois, alertado por um telefonema (do marqueteiro de plantão?), levou às mãos a cabeça (do lado oposto ao atingido pelo bólido de celulose) e simulou a dor que o encaminhou para uma tomografia computadorizada e a recomendação médica de 24 horas de absoluto repouso. Esse é o fato.
Entretanto, o que o leitor, ouvinte, telespectador recebeu como informação ontem e hoje? Se dependesse apenas dos veículos ligados aos grandes grupos de comunicação, ficaria informado que Serra foi agredido por um rolo de adesivos arremessado por petistas.
Caso 2: Amaury Ribeiro Jr. confessou à PF que coletava informações para o jornal Estado de Minas com o objetivo de “proteger Aécio Neves” contra possíveis ataques de José Serra, seu opositor dentro do PSDB na disputa pela vaga para a candidatura à presidência. Disse também que suas viagens a São Paulo para buscar os documentos fiscais dos tucanos tinham sido pagas pelo jornal. Também contou que depois de abortada a ideia de se publicar as matérias nos jornais – porque Serra foi ungido como candidato tucano – decidiu escrever um livro sobre as privatizações de FHC, onde seria usada parte das informações coletadas. Contou também que teve uma reunião com o jornalista Luiz Lanzetta, que prestava assessoria para a pré-campanha de Dilma Rousseff, depois de sair dos quadros do jornal mineiro. Nesta reunião, disse que teria sido convidado – ou se convidou, não está claro – para trabalhar na campanha petista e que os dados dos sigilos fiscais por ele conseguidos haviam sido aí capturados de seu micro. Esse é o fato.
Entretanto, o que o leitor, ouvinte, telespectador recebeu como informação ontem e hoje? Se dependesse apenas dos veículos ligados aos grandes grupos de comunicação, ficaria sabendo que Amaury Ribeiro Jr. “fazia parte do grupo de inteligência” da campanha de Dilma e que a PF tentava desvincular o jornalista dos petistas.
As versões se encontram:
Aí o Caso 1 e o Caso 2 se juntam da forma a mais funesta e aterrorizante, pois foram exatamente as versões do Serra covardemente atacado e do jornalista a serviço de Dilma que foram passadas para a grande maioria dos brasileiros. E se não fossem as exceções na TV, na internet, no rádio e na mídia impressa seriam as versões vendidas para a totalidade dos brasileiros.
No seu programa no horário eleitoral desta tarde, Serra apresentou sua versão teatral da suposta agressão. Até quando ela vai sobreviver? E Ribeiro Jr., ficará marcado como o funcionário do jornal Estado de Minas ou como membro do “grupo de inteligência” petista?
Turma de Aécio está furiosa com PSDB-SP
Reproduzo artigo de Rodrigo Vianna, publicado no blog Escrevinhador:
Um diretor do jornal “Estado de Minas” e um jornalista de Brasília reúnem-se, hoje à tarde, numa discreta confeitaria em Brasília.
O assunto da conversa: o depoimento de Amaury Ribeiro Jr. na Polícia Federal. Amaury realizou no ano passado amplo levantamento sobre as atividades de Serra e de pessoas próximas a Serra. Na época, Amaury trabalhava para o jornal “Estado de Minas” – próximo de Aécio. A investigação teria como objetivo municiar a turma de Aécio para enfrentar os dossiês supostamente montados por Serra contra o então governador de Minas. Depois, Amaury abandonou o jornal, e teria se aproximado da pré-campanha de Dilma – sem nunca ter-se integrado à campanha petista. Esse era o assunto da conversa hoje, em Brasília.
De repente, o papo é interrompido por um telefonema. O diretor do “Estado de Minas” atende o celular. Do outro lado da linha, furiosa, está Andréa Neves – a poderosa irmã de Aécio. Andréa está brava com a turma do PSDB de São Paulo, especialmente brava com Eduardo Jorge (que já foi secretário de FHC, e é arrecadador da campanha de Serra). Ela fala tão alto, no desabafo com o diretor do jornal mineiro, que o jornalista de Brasília – ali na mesa da confeitaria - consegue ouvir a voz de Andréa, a saltar do celular.
Por que Andréa (e, por extensão, Aécio) está furiosa?
Porque foi Eduardo Jorge quem vazou para jornais de São Paulo o teor do depoimento de Amaury Ribeiro Jr. Amaury não teria falado uma palavra sobre Aécio ou Minas. Teria assumido toda a história sozinho. Andréa e Aécio querem saber: por que EJ (como é chamado nos bastidores tucanos) vazou uma versão do depoimento que – em última instância – pode jogar a bomba no colo de Aécio?
Serra precisa, desesperadamente, de Minas Gerais para equilibrar o jogo no segundo turno. A capa da “Veja” – essa semana – cumpriu essa papel: apresentar Aécio de forma simpática, como o fator que pode resolver a eleição em favor de Serra. É como se a ‘Veja” e Serra dissessem a Aécio: “venha com a gente, rapaz, que você será bem tratado!" Serra deve ter prometido mundos e fundos ao mineiro: preferência para concorrer em 2014, fim da reeleição, muito mais.
Só que as feridas de Aécio ainda sangram. A forma como Serra barrou a pretensão do mineito, de decidir a candidatura tucana em prévias, deixou sequelas. Serra acenou com dossiês. Barrou Aécio na marra. Agora, tudo isso vem à tona, de novo, com a história do depoimento de Amaury.
Não interessava a Serra vazar essa história agora! Por que, então, EJ jogou contra o interesse de Serra? O motivo seria Serra ter protegido Paulo Preto – quando EJ está em guerra com Preto?
Corte rápido para o outro lado do campo. Uma boa fonte liga-me de Brasília para informar que – na primeira semana do segundo turno – Lula teria dedicado boa parte de seus esforços (com a ajuda providencial de Ciro Gomes) para arrancar de Aécio um compromisso: não entrar de cabeça na campanha de Serra.
O que Aécio vai escolher: ajudar Serra, acreditando que o paulista cederá lugar a ele em 2014? Ou fingir-se de morto, ajudar (ainda que indiretamente) Dilma e virar o líder da oposição?
A irritação de Andréa Neves, na ligação de hoje, dá uma boa pista do que deve acontecer: as relações entre Serra e Aécio desandaram.
Acabo de escrever esse texto e fico sabendo da nota que acaba de ser divulgada pelo PSDB sobre o caso. Está recheada de acusações ao PT. Mas quem conhece os bastidores da política tucana sabe: é uma forma dos tucanos apagarem incêndio e acalmarem a turma de Aécio.
Um diretor do jornal “Estado de Minas” e um jornalista de Brasília reúnem-se, hoje à tarde, numa discreta confeitaria em Brasília.
O assunto da conversa: o depoimento de Amaury Ribeiro Jr. na Polícia Federal. Amaury realizou no ano passado amplo levantamento sobre as atividades de Serra e de pessoas próximas a Serra. Na época, Amaury trabalhava para o jornal “Estado de Minas” – próximo de Aécio. A investigação teria como objetivo municiar a turma de Aécio para enfrentar os dossiês supostamente montados por Serra contra o então governador de Minas. Depois, Amaury abandonou o jornal, e teria se aproximado da pré-campanha de Dilma – sem nunca ter-se integrado à campanha petista. Esse era o assunto da conversa hoje, em Brasília.
De repente, o papo é interrompido por um telefonema. O diretor do “Estado de Minas” atende o celular. Do outro lado da linha, furiosa, está Andréa Neves – a poderosa irmã de Aécio. Andréa está brava com a turma do PSDB de São Paulo, especialmente brava com Eduardo Jorge (que já foi secretário de FHC, e é arrecadador da campanha de Serra). Ela fala tão alto, no desabafo com o diretor do jornal mineiro, que o jornalista de Brasília – ali na mesa da confeitaria - consegue ouvir a voz de Andréa, a saltar do celular.
Por que Andréa (e, por extensão, Aécio) está furiosa?
Porque foi Eduardo Jorge quem vazou para jornais de São Paulo o teor do depoimento de Amaury Ribeiro Jr. Amaury não teria falado uma palavra sobre Aécio ou Minas. Teria assumido toda a história sozinho. Andréa e Aécio querem saber: por que EJ (como é chamado nos bastidores tucanos) vazou uma versão do depoimento que – em última instância – pode jogar a bomba no colo de Aécio?
Serra precisa, desesperadamente, de Minas Gerais para equilibrar o jogo no segundo turno. A capa da “Veja” – essa semana – cumpriu essa papel: apresentar Aécio de forma simpática, como o fator que pode resolver a eleição em favor de Serra. É como se a ‘Veja” e Serra dissessem a Aécio: “venha com a gente, rapaz, que você será bem tratado!" Serra deve ter prometido mundos e fundos ao mineiro: preferência para concorrer em 2014, fim da reeleição, muito mais.
Só que as feridas de Aécio ainda sangram. A forma como Serra barrou a pretensão do mineito, de decidir a candidatura tucana em prévias, deixou sequelas. Serra acenou com dossiês. Barrou Aécio na marra. Agora, tudo isso vem à tona, de novo, com a história do depoimento de Amaury.
Não interessava a Serra vazar essa história agora! Por que, então, EJ jogou contra o interesse de Serra? O motivo seria Serra ter protegido Paulo Preto – quando EJ está em guerra com Preto?
Corte rápido para o outro lado do campo. Uma boa fonte liga-me de Brasília para informar que – na primeira semana do segundo turno – Lula teria dedicado boa parte de seus esforços (com a ajuda providencial de Ciro Gomes) para arrancar de Aécio um compromisso: não entrar de cabeça na campanha de Serra.
O que Aécio vai escolher: ajudar Serra, acreditando que o paulista cederá lugar a ele em 2014? Ou fingir-se de morto, ajudar (ainda que indiretamente) Dilma e virar o líder da oposição?
A irritação de Andréa Neves, na ligação de hoje, dá uma boa pista do que deve acontecer: as relações entre Serra e Aécio desandaram.
Acabo de escrever esse texto e fico sabendo da nota que acaba de ser divulgada pelo PSDB sobre o caso. Está recheada de acusações ao PT. Mas quem conhece os bastidores da política tucana sabe: é uma forma dos tucanos apagarem incêndio e acalmarem a turma de Aécio.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
O que pode fazer uma bolinha de papel
Sem muitos comentários... Como uma bolinha de papel pode fazer alguém parar em dois hospitais e ainda realizar uma tomografia? Veja o vídeo e tire as suas conclusões. É importante afirmar que discordo de todo tipo de violência. Todos precisam contar com a liberdade democrática para as manifestações. Acho lamentável o ocorrido. Mas fazer do tumulto no calçadão de Campo Grande um fato político para campanha eleitoral... também é muito lamentável. Serra deveria tentar o Oscar. André Jorge Marinho
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O Noblat, quem diria...
Nós, do Conversa Afiada, nunca acreditamos em Papai Noel

Na campanha presidencial de 2002, José Serra e assemelhados espalharam que havia um “Eixo do Mal”.
Um conjunto de jornalistas que o perseguia: ou seja, jornalistas que o tratavam como ele deve ser tratado até hoje: com ceticismo e independência.
Especialmente ele, um homem público que não diz a que veio, um “jênio”, e que persegue jornalistas
Esse “Eixo do Mal”, segundo Serra e assemelhados, era composto de: Ricardo Noblat, Mônica Bérgamo, Bob Fernandes, e este modesto blogueiro.
O que não fazem oito anos na vida de um jornalista.
Paulo Henrique Amorim

Na campanha presidencial de 2002, José Serra e assemelhados espalharam que havia um “Eixo do Mal”.
Um conjunto de jornalistas que o perseguia: ou seja, jornalistas que o tratavam como ele deve ser tratado até hoje: com ceticismo e independência.
Especialmente ele, um homem público que não diz a que veio, um “jênio”, e que persegue jornalistas
Esse “Eixo do Mal”, segundo Serra e assemelhados, era composto de: Ricardo Noblat, Mônica Bérgamo, Bob Fernandes, e este modesto blogueiro.
O que não fazem oito anos na vida de um jornalista.
Paulo Henrique Amorim
LULA X FHC X SERRA...é Brasil...pensem bem...
FHC, o farol, o sociólogo, entende tanto de sociologia quanto o
ex-governador de São Paulo e candidato, José Serra, entende de economia. Lula, que
não entende de sociologia, levou mais 50 milhões de miseráveis e pobres à
condição de
consumidores; que não entende de economia, pagou as contas de FHC,
zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.
Lula, "o analfabeto", não privatizou as estatais, como fez o FHC, e as fortaleceu, tanto que hoje a Petrobrás é a 2º maior empresa de Petróleo do mundo e caminhando para ser a 1º. Os tucanos, capitaneados pelo FHC e pelos ex-governadores José Serra e Aécio Neves, querem por que querem voltar ao poder, para doarem aos grandes amigos ("Mui Amigos") empresários, o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás, Eletrobrás, BNDS, etc...
Lula, o “analfabeto”, que não entende de educação, criou mais escolas
e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRÓ-UNI,
que leva o filho do pobre à universidade.
Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas,
elevou o salário mínimo de 64 para quase 300 dólares,
e não quebrou a previdência como queria FHC.
Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da
nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo.
Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, liderados pela Organizações Globo, Grupo Folha e Grupo Abril que entende
de tudo, diga que não.
Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada,
reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o
país à liderança mundial de combustíveis renováveis.
Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e
colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser
respeitado e enterrou o G-8.
Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi
sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros
do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce
liderança absoluta sem ser imperialista.
Lula, que não entende de mulher nem de negro,
colocou o primeiro negro no Supremo Tribunal Federal (Ministro Joaquim Barbosa, desmoralizado pelos brancos de olhos azuis), uma mulher no cargo de primeira ministra, e pode
fazê-la sua sucessora.
Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha e afrontou
nossa fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar
de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro
dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é
um amortecedor da crise.
Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a
indústria automobilística a bater recorde de produção e vendas.
Lula, que não entende de português nem de outra
língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é
respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e
influentes no mundo atual. Foi eleito o homem do ano de2009, e é favorito para ganhar o Premio Nobel da Paz em2010.
Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já
tinha empatia e relação direta com Bush - notada até pela imprensa
americana - e agora tem a mesma empatia com Obama.
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador,
é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de
negociador, lá, nos "States".
Lula, que não entende de geografia, pois não sabe
interpretar um mapa, é ator da mudança geopolítica das
Américas e do mundo.
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca
estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna
interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de
bravatas, faz história e será lembrado por um grande
legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é
um pacifista ingênuo, já é cotado pelos Palestinos para dialogar com
Israel.
Lula, que não entende nada de nada, de longe é o melhor que todos os outros. Tem uma aprovação popular de quase 85% dos brasileiros. +-170.000.000 (cento e setenta milhões) de brasileiros aprovam o seu governo.
Pense, o que este homem faria, se entendesse de alguma coisa?
Pedro R. Lima, professor
UERJ Economia
Enquanto o preconceito estiver entranhado em nós, jamais estaremos abertos para entender que, por mais imperfeitos que sejamos, sempre temos algo de bom a ensinar e, na mesma medida, a aprender.
ex-governador de São Paulo e candidato, José Serra, entende de economia. Lula, que
não entende de sociologia, levou mais 50 milhões de miseráveis e pobres à
condição de
consumidores; que não entende de economia, pagou as contas de FHC,
zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.
Lula, "o analfabeto", não privatizou as estatais, como fez o FHC, e as fortaleceu, tanto que hoje a Petrobrás é a 2º maior empresa de Petróleo do mundo e caminhando para ser a 1º. Os tucanos, capitaneados pelo FHC e pelos ex-governadores José Serra e Aécio Neves, querem por que querem voltar ao poder, para doarem aos grandes amigos ("Mui Amigos") empresários, o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás, Eletrobrás, BNDS, etc...
Lula, o “analfabeto”, que não entende de educação, criou mais escolas
e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRÓ-UNI,
que leva o filho do pobre à universidade.
Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas,
elevou o salário mínimo de 64 para quase 300 dólares,
e não quebrou a previdência como queria FHC.
Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da
nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo.
Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, liderados pela Organizações Globo, Grupo Folha e Grupo Abril que entende
de tudo, diga que não.
Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada,
reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o
país à liderança mundial de combustíveis renováveis.
Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e
colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser
respeitado e enterrou o G-8.
Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi
sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros
do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce
liderança absoluta sem ser imperialista.
Lula, que não entende de mulher nem de negro,
colocou o primeiro negro no Supremo Tribunal Federal (Ministro Joaquim Barbosa, desmoralizado pelos brancos de olhos azuis), uma mulher no cargo de primeira ministra, e pode
fazê-la sua sucessora.
Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha e afrontou
nossa fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar
de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro
dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é
um amortecedor da crise.
Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a
indústria automobilística a bater recorde de produção e vendas.
Lula, que não entende de português nem de outra
língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é
respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e
influentes no mundo atual. Foi eleito o homem do ano de2009, e é favorito para ganhar o Premio Nobel da Paz em2010.
Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já
tinha empatia e relação direta com Bush - notada até pela imprensa
americana - e agora tem a mesma empatia com Obama.
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador,
é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de
negociador, lá, nos "States".
Lula, que não entende de geografia, pois não sabe
interpretar um mapa, é ator da mudança geopolítica das
Américas e do mundo.
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca
estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna
interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de
bravatas, faz história e será lembrado por um grande
legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é
um pacifista ingênuo, já é cotado pelos Palestinos para dialogar com
Israel.
Lula, que não entende nada de nada, de longe é o melhor que todos os outros. Tem uma aprovação popular de quase 85% dos brasileiros. +-170.000.000 (cento e setenta milhões) de brasileiros aprovam o seu governo.
Pense, o que este homem faria, se entendesse de alguma coisa?
Pedro R. Lima, professor
UERJ Economia
Enquanto o preconceito estiver entranhado em nós, jamais estaremos abertos para entender que, por mais imperfeitos que sejamos, sempre temos algo de bom a ensinar e, na mesma medida, a aprender.
Dilma e Serra- votos.
11,5 MILHÕES DE VOTOS DISTRAÍDOS AINDA NÃO PERCEBERAM QUE SERRA É O ANTI-LULA23% dos eleitores que declaram voto no candidato do conservadorismo brasileiro, segundo o DatafolhA, anunciam ao mesmo tempo que seguirão "com certeza" a opção de voto que for indicada pelo Presidente Lula. Outros 26% dos 'serristas' consideram a hipótese de seguir o Presidente na hora de definir sua preferência. Essa fatia do eleitorado que ainda não sabe o nome apoiado por Lula mas aguarda uma definição dele soma cerca de 11,5 milhões de votos. Serra, de um lado, parece ter batido no teto na sua estratégia de dissimulação já que as pesquisas mostram uma Dilma colada no seu calcanhar com tendência ascendente em todo o país. Se atacar Dilma duramente, porém, e Lula sair em sua defesa, decifrará o jogo aos olhos dos lulistas distraídos e corre o risco de entrar numa espiral descendente em alta velocidade. Vai para confronto ou finge de morto?
(Carta Maior)
(Carta Maior)
SAIBA O QUE É O CAPITALISMO
Atílio Borón*
O capitalismo tem legiões de apologistas. Muitos o fazem de boa fé, produto de sua ignorância e pelo fato como dizia Marx, “o sistema é opaco e sua natureza exploradora e predatória não fica evidente, perante os olhos de homens e mulheres do mundo” Outros o defendem porque são seus grandes beneficiários e arregimentam enormes fortunas graças a suas injustiças e iniqüidades. Há também outros (gurus, financistas, opinólogos, jornalistas especializados, acadêmicos bem pensantes e diversos representantes do pensamento único) que conhecem perfeitamente o que o sistema impõe em termos de custos sociais, degradação humana e do meio ambiente, mas como estão muito bem remunerados procuram omitir essas questões em seus relatos. Eles sabem muito bem, que a “batalha de idéias” que foi convocada por Fidel Castro é algo que pode ser perigoso para as ideologias que no intimo defendem e por isso não se empenham em denunciar as mazelas do capitalismo.
Para contraditar a proliferação de versões idílicas sobre o capitalismo e de sua capacidade de promover o bem estar geral examinemos alguns dados obtidos de documentos oficiais das ONU. Eles são sumamente didáticos quando se lê, principalmente em relação à crise atual – indicando que a solução dos problemas do capitalismo se obtém com mais capitalismo; ou que o G20, o FMI, a OMC e o BIRD, arrependidos dos erros do passado – irão efetivamente resolver os grandes problemas que afetam a humanidade. Todas essas instituições são incorrigíveis e irreformáveis e qualquer esperança de mudanças em seus comportamentos não é nada mais do que pura ilusão. Seguem propondo o mesmo, somente que o discurso é diferente e adotando uma estratégia de “relações públicas” desenhada para ocultar suas verdadeiras intenções. Quem tenha dúvidas que constate o que estão propondo para “solucionar” a crise na Grécia: as mesmas receitas que aplicaram e seguem aplicando na América Latina e África desde os anos oitenta do século passado.
Em continuação, podemos citar alguns dados com suas respectivas fontes recentemente sistematizados pelo Programa Internacional de Estudos Comparativos sobre a Pobreza localizado na Universidade de Bergen, Noruega, que fez um grande esforço para, desde uma perspectiva crítica, combater o discurso oficial sobre a pobreza elaborado desde mais de trinta anos pelo Banco Mundial e reproduzido incansavelmente pelos meios de comunicação, autoridades governamentais, acadêmicos e “especialistas” variados.
População mundial: 6,8 bilhões de habitantes em 2009.
1,02 bilhão de pessoas são desnutridos crônicos (FAO,2009);
2 bilhões de pessoas não tem acesso a medicamentos (www.fic.nih.gov);
884 milhões de pessoas não têm acesso à água potável (OMS/UNICEF 2008);
925 milhões de pessoas são “sem teto” ou residem em moradias precárias (ONU Habitat 2003);
1,6 bilhões de pessoas não tem acesso à energia elétrica (ONU Habitat, Urban Energy);
2,5 bilhões de pessoas não são beneficiados por sistemas de saneamento, drenagens ou privadas domiciliares (OMS/UNICEF 2008);
774 milhões de adultos são analfabetos ( www.uis.unesco.org );
18 milhões de mortes por ano devido à pobreza, a maioria de crianças menores do que cinco anos de idade (OMS);
218 milhões de crianças entre 5 e 17 anos de idade, trabalham em condições de escravidão com tarefas perigosas ou humilhantes, como soldados da ativa atuando em guerras e/ou conflitos civis, na prostituição infantil, como serventes, em trabalhos insalubres na agricultura, na construção civil ou industria têxtil (OIT: “La eliminación Del trabajo infantil, un objetivo a nuestro alcance” 2006);
Entre 1988 e 2002, os 25% mais pobres da população mundial reduziram sua participação no produto interno bruto mundial (PIB mundial) de 1,16% para 0,92%; enquanto os opulentos 10% mais ricos acrescentaram fortunas em seus bens pessoais passando a dispor de 64% para 71,1% da riqueza mundial. O enriquecimento de uns poucos tem como seu reverso o empobrecimento de muitos;
Somente esses 6,4% de aumento da riqueza dos mais ricos seriam suficientes para duplicar a renda de 70% da população mundial, salvando muitas vidas e reduzindo os sofrimentos dos mais pobres. Entendam bem: tal coisa somente seria obtida se houvesse possibilidade de redistribuir o enriquecimento adicional produzido entre 1988 e 2002 dos 10% mais ricos da população mundial, deixando ainda intactas suas exorbitantes fortunas. Mas nem isso passa a ser aceitável pelas classes dominantes do capitalismo mundial.
CONCLUSÃO
Não se pode combater a pobreza (nem erradicá-la) adotando-se medidas capitalistas. Isso porque o sistema obedece a uma lógica implacável centrada na obtenção do lucro, o que concentra a riqueza e aumenta incessantemente a pobreza e as desigualdades sócio-econômicas a nível mundial.
Depois de cinco séculos de existência é isto e somente isto que o capitalismo tem para oferecer ao mundo! Que esperamos então para mudar o sistema? Se a humanidade tem futuro, esse será claramente socialista! Com o capitalismo, não haverá futuro para ninguém! Nem para os ricos, nem para os pobres! A sentença de Friedrich Engels e também de Rosa Luxemburg: “socialismo ou barbárie” é hoje mais atual do que nunca. Nenhuma sociedade sobrevive quando seu impulso vital reside na busca incessante do lucro e seu motor é a ganância, a usura. Mais cedo ou mais tarde provocará a desintegração da vida social, a destruição do meio ambiente, a decadência política e a crise moral. Todavia estamos ainda em tempo para reverter esse quadro – então vamos à luta!
*Atilio Borón, doutor em Ciência Política pela Harvard University, é professor titular de Filosofia Política da Universidade de Buenos Aires, Argentina, e ex-secretário-executivo do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO).
http://www.atiliobo ron.com
Tradução: Jacob David Blinder
Rebelión ha publicado este artículo con el permiso del autor mediante una licencia de Creative Commons, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.
O capitalismo tem legiões de apologistas. Muitos o fazem de boa fé, produto de sua ignorância e pelo fato como dizia Marx, “o sistema é opaco e sua natureza exploradora e predatória não fica evidente, perante os olhos de homens e mulheres do mundo” Outros o defendem porque são seus grandes beneficiários e arregimentam enormes fortunas graças a suas injustiças e iniqüidades. Há também outros (gurus, financistas, opinólogos, jornalistas especializados, acadêmicos bem pensantes e diversos representantes do pensamento único) que conhecem perfeitamente o que o sistema impõe em termos de custos sociais, degradação humana e do meio ambiente, mas como estão muito bem remunerados procuram omitir essas questões em seus relatos. Eles sabem muito bem, que a “batalha de idéias” que foi convocada por Fidel Castro é algo que pode ser perigoso para as ideologias que no intimo defendem e por isso não se empenham em denunciar as mazelas do capitalismo.
Para contraditar a proliferação de versões idílicas sobre o capitalismo e de sua capacidade de promover o bem estar geral examinemos alguns dados obtidos de documentos oficiais das ONU. Eles são sumamente didáticos quando se lê, principalmente em relação à crise atual – indicando que a solução dos problemas do capitalismo se obtém com mais capitalismo; ou que o G20, o FMI, a OMC e o BIRD, arrependidos dos erros do passado – irão efetivamente resolver os grandes problemas que afetam a humanidade. Todas essas instituições são incorrigíveis e irreformáveis e qualquer esperança de mudanças em seus comportamentos não é nada mais do que pura ilusão. Seguem propondo o mesmo, somente que o discurso é diferente e adotando uma estratégia de “relações públicas” desenhada para ocultar suas verdadeiras intenções. Quem tenha dúvidas que constate o que estão propondo para “solucionar” a crise na Grécia: as mesmas receitas que aplicaram e seguem aplicando na América Latina e África desde os anos oitenta do século passado.
Em continuação, podemos citar alguns dados com suas respectivas fontes recentemente sistematizados pelo Programa Internacional de Estudos Comparativos sobre a Pobreza localizado na Universidade de Bergen, Noruega, que fez um grande esforço para, desde uma perspectiva crítica, combater o discurso oficial sobre a pobreza elaborado desde mais de trinta anos pelo Banco Mundial e reproduzido incansavelmente pelos meios de comunicação, autoridades governamentais, acadêmicos e “especialistas” variados.
População mundial: 6,8 bilhões de habitantes em 2009.
1,02 bilhão de pessoas são desnutridos crônicos (FAO,2009);
2 bilhões de pessoas não tem acesso a medicamentos (www.fic.nih.gov);
884 milhões de pessoas não têm acesso à água potável (OMS/UNICEF 2008);
925 milhões de pessoas são “sem teto” ou residem em moradias precárias (ONU Habitat 2003);
1,6 bilhões de pessoas não tem acesso à energia elétrica (ONU Habitat, Urban Energy);
2,5 bilhões de pessoas não são beneficiados por sistemas de saneamento, drenagens ou privadas domiciliares (OMS/UNICEF 2008);
774 milhões de adultos são analfabetos ( www.uis.unesco.org );
18 milhões de mortes por ano devido à pobreza, a maioria de crianças menores do que cinco anos de idade (OMS);
218 milhões de crianças entre 5 e 17 anos de idade, trabalham em condições de escravidão com tarefas perigosas ou humilhantes, como soldados da ativa atuando em guerras e/ou conflitos civis, na prostituição infantil, como serventes, em trabalhos insalubres na agricultura, na construção civil ou industria têxtil (OIT: “La eliminación Del trabajo infantil, un objetivo a nuestro alcance” 2006);
Entre 1988 e 2002, os 25% mais pobres da população mundial reduziram sua participação no produto interno bruto mundial (PIB mundial) de 1,16% para 0,92%; enquanto os opulentos 10% mais ricos acrescentaram fortunas em seus bens pessoais passando a dispor de 64% para 71,1% da riqueza mundial. O enriquecimento de uns poucos tem como seu reverso o empobrecimento de muitos;
Somente esses 6,4% de aumento da riqueza dos mais ricos seriam suficientes para duplicar a renda de 70% da população mundial, salvando muitas vidas e reduzindo os sofrimentos dos mais pobres. Entendam bem: tal coisa somente seria obtida se houvesse possibilidade de redistribuir o enriquecimento adicional produzido entre 1988 e 2002 dos 10% mais ricos da população mundial, deixando ainda intactas suas exorbitantes fortunas. Mas nem isso passa a ser aceitável pelas classes dominantes do capitalismo mundial.
CONCLUSÃO
Não se pode combater a pobreza (nem erradicá-la) adotando-se medidas capitalistas. Isso porque o sistema obedece a uma lógica implacável centrada na obtenção do lucro, o que concentra a riqueza e aumenta incessantemente a pobreza e as desigualdades sócio-econômicas a nível mundial.
Depois de cinco séculos de existência é isto e somente isto que o capitalismo tem para oferecer ao mundo! Que esperamos então para mudar o sistema? Se a humanidade tem futuro, esse será claramente socialista! Com o capitalismo, não haverá futuro para ninguém! Nem para os ricos, nem para os pobres! A sentença de Friedrich Engels e também de Rosa Luxemburg: “socialismo ou barbárie” é hoje mais atual do que nunca. Nenhuma sociedade sobrevive quando seu impulso vital reside na busca incessante do lucro e seu motor é a ganância, a usura. Mais cedo ou mais tarde provocará a desintegração da vida social, a destruição do meio ambiente, a decadência política e a crise moral. Todavia estamos ainda em tempo para reverter esse quadro – então vamos à luta!
*Atilio Borón, doutor em Ciência Política pela Harvard University, é professor titular de Filosofia Política da Universidade de Buenos Aires, Argentina, e ex-secretário-executivo do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO).
http://www.atiliobo ron.com
Tradução: Jacob David Blinder
Rebelión ha publicado este artículo con el permiso del autor mediante una licencia de Creative Commons, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Pobre compra casa própria. Que horror! Onde vamos parar? Bye-bye Serra 2010

O que pensa a Dilma? Pergunte ao Itaú, ao Bradesco
Deu no G1:
Financiamento imobiliário da Caixa soma R$ 22,47 bilhões no ano
Volume representa alta de 126% frente ao mesmo período de 2009.
Feirão da Casa Própria começou nesta quinta-feira em São Paulo.
A Caixa Econômica Federal financiou este ano, até 10 de maio, R$ 22,47 bilhões para a compra da casa própria. O volume é 126% maior do que o emprestado no mesmo período do ano anterior, quando ficou em R$ 8,7% bilhões. Esses recursos foram usados na aquisição de imóveis por 373.316 famílias, segundo a Caixa – número 71% maior que no mesmo intervalo de 2009.
A instituição financeira espera financiar outros R$ 3,5 bilhões durante o Feirão da Casa Própria, que acontece até 13 de junho em várias cidades do país. Em São Paulo, o evento começou nesta quinta-feira e vai até domingo. Se atingida essa meta, a previsão da Caixa é superar a marca de R$ 55 bilhões, podendo chegar a R$ 60 bilhões em 2010.
“A Caixa vem batendo recordes ano a ano no crédito imobiliário. Foi assim em 2008 e em 2009. Este ano, em menos de quatro meses, já superamos a contratação de todo o ano de 2007, que era também recorde de contratação, até então. Com o feirão, vamos alavancar a contratação no Programa Minha Casa Minha Vida e bater novo recorde de crédito imobiliário”, comentou, em nota, o vice-presidente de Governo do banco, Jorge Hereda.
Serviço
Feirão da Casa Própria em São Paulo
Dias 13 e 14 de maio, das 10h às 21h
Dias 15 e 16 de maio, das 9h às 20h
Centro de Exposição Imigrantes – Pavilhão I e Espaço Gourmet
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Jabaquara
Clique aqui para ler a matéria completa no G1
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