sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Alunos e professores da UGF e da UniverCidade na luta por seus direitos

 
Na última quinta-feira, dia 5, estudantes e professores da Universidade Gama Filho (UGF) e UniverCidade realizaram um protesto contra o aumento abusivo das mensalidades e contra as demissões em massa dos professores. O ato contou com o apoio e solidariedade de dirigentes do Sinpro-Rio, UNE, UEE-RJ, Associação Docente da UGF, de estudantes de várias outras faculdades e professores demitidos.
O protesto teve concentração na Gama Filho do Centro (Candelária), quando os estudantes e professores tiveram o microfone aberto para conversar com a sociedade e apresentar os problemas que estão enfrentando. Em passeata, os alunos e professores seguiram até a sede do grupo Galileo Educacional, grupo mantenedor da UGF e da UniverCidade, na Rua Sete de Setembro, onde continuaram o protesto com diversos depoimentos e palavras de ordem.
A situação de desrespeito que o Grupo Galileo Educacional promoveu com seus professores fica nítida quando diversos professores, entre eles alguns com mais de 40 anos nessas Instituições, foram pegos de surpresa, na véspera do Natal e Ano Novo, com um telegrama, comunicando suas demissões. Essa medida, que atingiu principalmente os professores com maior tempo de casa, reflete o objetivo do Grupo Galileo Educacional em promover o aumento em seus lucros a partir do enxugamento salarial desses professores considerados “caros” e contratando novos professores com valores mais baixos.
O Sinpro-Rio prestou total apoio aos estudantes nessa luta. Professores e estudantes estão juntos, mobilizados para reverter essas situações.
O Sindicato convoca a todos para a reunião dos professores demitidos da UGF e da UniverCidade na próxima terça-feira, dia 10 de janeiro, às 11 horas. A reunião ocorrerá na Sede do Sindicato, na Rua Pedro Lessa, nº 35, Centro do Rio.
Veja aqui as fotos do ato público do dia 05/01.

Inflação oficial registra em 2011 maior taxa desde 2004

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 com uma taxa acumulada de 6,5%, o maior resultado desde 2004, quando o índice subiu 7,6%.

O indicador também superou o resultado de 2010, quando a taxa ficou em 5,91%, e atingiu o teto da meta estipulada pelo Banco Central (BC) para 2011, de 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para baixo ou para cima.

No resultado mensal, o IPCA subiu 0,5% em dezembro de 2011, após aumentar 0,52% em novembro. Em dezembro de 2010, a taxa havia ficado em 0,63%. O IPCA é o índice oficial utilizado pelo governo para definir o regime de metas de inflação no país.

Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 

Chile recua na decisão de substituir ditatura militar por regime nos livros didáticos

Depois de provocar polêmica ao anunciar a substituição da palavra ditadura por regime militar, o governo do presidente do Chile, Sebastián Piñera, recuou hoje (6) na decisão. A ideia era fazer a substituição nos livros didáticos utilizados em todas as escolas chilenas ao mencionar a gestão do general Augusto Pinochet (1973-1990) – que marcou um dos períodos mais cruéis da história do Chile.

As informações são da Presidência da República do Chile. As autoridades informaram que a suspensão da medida será analisada na próxima reunião do Conselho de Educação em data a ser definida.

Em entrevista coletiva, o ministro de Educação, Harald Beyer, negou que a intenção do governo era gerar controvérsia e polêmica. O secretário-geral de Governo, Andrés Chadwick, acrescentou ainda que não houve o objetivo de politizar os livros didáticos.

A alteração envolvia os livros destinados às crianças de 6 a 12 anos. De acordo com Beyer e Chadwick, a ideia de substituir a palavra foi de buscar uma expressão "mais geral". A mudança estava inserida na Lei Geral de Educação.

“O governo nunca teve a intenção de ignorar a natureza antidemocrática do regime de violações de direitos humanos que ocorreu durante o regime militar”, disse o ministro da Educação. Segundo ele, a proposta de substituição da palavra “ditadura” por “regime” foi sugerida por um grupo de especialistas. “Foi um processo participativo, aberto e transparente.”

Boato: fim do 13º salário não é verdade. “Notícia ‘internética’ é um spam”

Mais uma vez volta a circular na internet uma "informação" que desinforma e desorganiza o debate no movimento sindical. Trata-se de mensagem eletrônica que diz que foi aprovado na Câmara dos Deputados o fim do 13º salário.
A notícia é falsa. Diante de várias consultas feitas à assessoria parlamentar do DIAP, decidimos veicular novamente esta informação para lançar luz às desinformações sobre o "fim do 13º salário" e outros direitos dos trabalhadores.
No final de março de 2006, a assessoria parlamentar do DIAP, informou por meio da agência de notícias do órgão, que a aprovação do fim do 13º pelo Congresso era e é falsa, reafirmamos.

A mensagem é veiculada em períodos pré-eleitorais, a fim de desmoralizar o Congresso.
A proposição que mais se aproximava disso, o PL 5.483/01, enviado ao Congresso pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, tinha por finalidade flexibilizar a CLT, mediante modificação no artigo 618, para permitir a prevalência do negociado sobre o legislado.
Ou seja, o projeto autorizava que a negociação coletiva pudesse reduzir ou eliminar direitos trabalhistas. Mas aquele projeto, que havia sido aprovado na Câmara e aguardava votação conclusiva no Senado, foi retirado de tramitação pelo Governo Luiz Inácio Lula da Silva logo no primeiro ano do primeiro mandato, portanto em 2003.
Resistência na Comissão de Trabalho O projeto, elaborado na gestão do ex-ministro do Trabalho e Emprego, ex-deputado e atual senador Francisco Dornelles (PP/RJ), apesar da grande resistência do movimento sindical e da luta do então deputado e atual senador Paulo Paim (PT/RS), foi aprovado na Câmara e enviado para apreciação do Senado. Nesta Casa, a matéria ainda chegou a tramitar sob o número de PLC 134/01.
A resistência e combate ao projeto na Comissão de Trabalho da Câmara foram implacáveis; a ponto de a matéria não ser aprovada no colegiado. O que obrigou o presidente da Câmara à época, deputado Aécio Neves (PSDB/MG), a avocar [chamar para si] o projeto para votação diretamente no plenário da Casa.
Entretanto, o presidente Lula, que havia assumido o compromisso de sustar a tramitação do projeto, enviou a Mensagem 78/03, pedindo o arquivamento do PLC 134. Assim, em sessão do dia 10 de abril de 2003, a mensagem foi lida e aprovada pelo plenário do Senado, sendo o projeto definitivamente arquivado.
O Senado Federal, por intermédio do Oficio 594, de 8/05/03, endereçado ao ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, encaminhou a Mensagem 60/03 (SF), ao Excelentíssimo Senhor presidente da República, participando sobre o arquivamento do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 134. A "notícia", portanto, é falsa!

Dieese: brasileiros trabalham 97 horas para comprar cesta básica

O trabalhador que ganha salário mínimo precisou cumprir uma jornada de 97 horas e 22 minutos, em dezembro de 2011, para comprar os gêneros alimentícios essenciais. De acordo com o Dieese, que avaliou o preço da cesta básica em 17 capitais, esses produtos ficaram 10% mais caros, em média, no intervalo de um mês.
Ao longo de 2011, parte dos alimentos essenciais teve alta generalizada. Café e óleo de soja subiram em todas as localidades. Por outro lado, os preços do feijão e do arroz tiveram queda em 16 capitais.
Na capital paulista, as famílias tiveram gastos de R$ 277,27 com a alimentação básica, o maior índice verificado. A cesta básica mais barata foi encontrada em Aracaju (SE), chegando a custar R$ 182,22.
Ainda em dezembro de 2011, o custo da cesta representava 48,11% do salário mínimo líquido, que na época estava ajustado em R$ 545. O Dieese calculou que, na ocasião, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 2.329,35
O valor estimado pela instituição considera a quantia que um trabalhador e sua família precisam para custear as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. (Fonte: Radioagência NP)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Haddad anuncia novo piso para professores antes de deixar MEC

Folha
Antes de se despedir do MEC rumo à eleição paulistana, Fernando Haddad (PT) deverá faturar com o derradeiro gesto de visibilidade de sua gestão: o anúncio do novo piso salarial para os professores, informa o "Painel", editado interinamente por Fábio Zambeli e publicado na Folha desta terça-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
O ministro planeja anunciar o patamar de reajuste do piso nacional até o dia 15 de janeiro, que pode atingir 22% --de 2010 para 2011, o salto foi de 15,85%.
Leia mais na edição desta terça-feira, que já está nas bancas.

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Mínimo investido por ano em aluno do ensino público básico sobe para R$ 2.096 em 2012

UOL Da Redação
Em São Paulo 

O valor mínimo investido pelos governos por aluno do ensino básico público por ano será de R$ 2.096,68 em 2012. O total, divulgado na semana passada pelo MEC (Ministério da Educação), é 21,75% maior que o de 2011, quando o investimento mínimo foi de R$ 1.722,05.
Esse valor é referente às séries iniciais do ensino fundamental de áreas urbanas e os Estados têm liberdade para investirem valores acima dele. Aqueles que não conseguem atingir este patamar recebem complementação do governo federal, por meio do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação).
Este ano, segundo a tabela publicada pelo MEC, recebem a ajuda da União Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí e Pernambuco. Segundo a memória da lei orçamentária apresentada em setembro ao Congresso, Minas Gerais e Paraná também iriam receber a complementação. No entanto, segundo Vander Borges, coordenador-geral de operacionalização do Fundeb, na época, haviam sido utilizados dados desatualizados. Os valores são determinados a partir do Censo Escolar.
Ainda segundo Borges, a complementação de receitas chegará, em 2012, a R$ 9,4 bilhões.

Investimento por aluno

O valor investido por aluno já era considerado insuficiente para uma educação de qualidade em 2011. Cálculos do CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial), feitos com base no PIB (Produto Interno Bruto), mostram que o valor no ano passado já deveria ser de, no mínimo, R$ 2.194,56.

Valor investido por Estado (em R$)

UF Fundamental
Iniciais/Urbano
Fundamental
Finais/Urbano
Médio
Urbano
Acre 2.626,36 2.888,99 3.151,63
Alagoas 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Amazonas 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Amapá 2.871,54 3.158,69 3.445,85
Bahia 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Ceará 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Distrito Federal 2.670,70 2.937,77 3.204,84
Espírito Santo 2.831,67 3.114,84 3.398,00
Goiás 2.534,87 2.788,35 3.041,84
Maranhão 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Minas Gerais 2.288,64 2.517,50 2.746,37
Mato Grosso do Sul 2.477,02 2.724,72 2.972,42
Mato Grosso 2.121,10 2.333,21 2.545,32
Pará 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Paraíba 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Pernambuco 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Piauí 2.096,68 2.306,35 2.516,02
Paraná 2.226,51 2.449,16 2.671,81
Rio de Janeiro 2.483,25 2.731,57 2.979,90
Rio Grande do Norte 2.106,34 2.316,98 2.527,61
Rondônia 2.428,84 2.671,73 2.914,61
Roraima 3.531,27 3.884,39 4.237,52
Rio Grande do Sul 2.913,05 3.204,36 3.495,67
Santa Catarina 2.609,79 2.870,77 3.131,75
Sergipe 2.447,12 2.691,83 2.936,55
São Paulo 3.192,81 3.512,09 3.831,37
Tocantins 2.671,98 2.939,18 3.206,38


Reajustes provocam confusão na Universidade Gama Filho

Estudantes foram pegos de surpresa e prometem uma manifestação na próxima quinta-feira

Fonte: O Globo

Campus da Universidade Gama Filho, em Piedade, Zona Norte do Rio Foto: Divulgação
Campus da Universidade Gama Filho, em Piedade, Zona Norte do Rio Divulgação
RIO - Os estudantes da Universidade Gama Filho (UGF) tomaram um susto ao emitirem o boleto da mensalidade de janeiro. A data de vencimento, alegam, mudou do dia 10 para o dia 1. E no valor, um aumento que chega a 35% no caso dos alunos que cursam os últimos anos do curso de Medicina. Indignados, eles prometem uma manifestação para o dia 5 de janeiro, em frente ao campus da Candelária, onde será realizado a prova do vestibular 2012 da instituição. Um dos líderes do movimento, Paulo Bastos está no 5º ano de Medicina e foi atingido pelas “novidades”. Ele explica que o aumento foi de 25% na mensalidade, além de terem cassado um desconto de 10% dado a quem fica como interno em hospitais conveniados.
O aluno recebeu um e-mail no dia 13 de dezembro com um comunicado da UGF dizendo que o aumento na mensalidade para os ingressantes em 2012 não seria o mesmo para quem já era estudante da universidade. O texto garantia também descontos e bolsas já existentes, o que não aconteceu. Na hora da emissão do boleto, veio a surpresa.
- O valor da mensalidade pulou de R$ 2.770 para R$ 3.450 para os estudantes de Medicina em geral. Os internos, como eu, passam os dois últimos anos da faculdade dentro do hospital. Como a universidade não tem uma unidade própria, fico no Hospital Central da Aeronáutica, que é conveniado. Por isso davam um desconto de 10% que agora não existe mais. Só que a Gama Filho não avisou nada. Quando emitimos o boleto é que apareceu o reajuste. Não deram tempo para as pessoas se programarem. Tem gente de fora do Rio que está pensando em largar a faculdade - reclama Paulo.
A Lei 9.870/99, que regula os contratos entre instituições de ensino e os estudantes, não proíbe reajustes, mesmo altos. No entanto, eles devem ser justificados através de uma planilha de custos detalhada, levando em conta, inclusive, investimentos didático-pedagógicos.
Outro prejudicado, Gustavo Fontenelle conta que os coordenadores e diretores da universidade não sabiam explicar o que tinha acontecido. Ele questiona o momento em que foi tomada a decisão: a única hora em que a instituição pode desligar um estudante por falta de pagamento é na hora da rematrícula, que ainda será feita para o primeiro semestre de 2012. Logo, todos serão obrigados a pagar para garantir a vaga.
- Perguntei para o coordenador do curso de Medicina, e ele não sabia de nada. Fomos conversar com o pró-reitor e ele também não podia dar explicações. No caso dos internos, o aumento na mensalidade chega a R$ 1.050. Nossa intenção era depositar em juízo o valor. Eles argumentam que estão fazendo várias melhorias, mas que não saíram do papel. O tal do hospital-escola que eles anunciaram, na verdade é um arrendamento de uma clínica já existente, não estão construindo nada - questiona.
Sob nova direção, demissões em massa
Internamente, as mudanças continuam. Rumores dão conta de que cerca de 300 profissionais foram demitidos desde o início de dezembro. E, antes do Réveillon, mais 150 docentes que trabalhavam em hospitais através de um convênio com a Gama Filho, teriam sido dispensados como parte da reestruturação promovida pela Galileo Educacional, que comprou a UGF no ano passado. Parte deles seria substituída por funcionários terceirizados. Sobre o assunto, o grupo informou através de uma nota que está em andamento mudanças no corpo administrativo e acadêmico da instituição, devido a nova gestão.
Em 2011, a família que comandava a Gama Filho desde a sua fundação vendeu a universidade para a Galileo Educacional, uma gestora criada especialmente para atuar no mercado da educação superior. Depois da Gama Filho, o grupo adquiriu o Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), que vivia em dificuldades financeiras, e pretende promover uma sinergia das operações. Para viabilizar essas as aquisições a Galileo realizou uma emissão de debêntures no valor de R$ 300 milhões de reais. Curiosamente, foi dado como garantia desses títulos as mensalidades dos alunos de Medicina da UGF. Segundo informações do próprio grupo, em dezembro de 2010, o dinheiro a receber estimado com base nas matrículas já feitas chegaria a R$ 296 milhões.
Em outra nota, a Galileo Educacional justificou os aumentos pela mudança de entidade filantrópica para entidade com fins lucrativocs, que gerou um crescimento dos custos de R$ 25,48%. A gestora aponta também diversos investimentos que estão em andamento na universidade para justificar o reajuste como aumento do acervo bibliográfico, obras em diversos prédios e inauguração do único hospital universitário privado do Rio de Janeiro, na Barra. Já a ouvidora da UGF, Verônica Campos, disse em mensagem postada no site “Reclame aqui”, que seriam dados descontos para facilitar a permanência dos veteranos. O valor na mensalidade para os futuros estudantes giraria em torno de R$ 3.700 no caso do curso de Medicina, abaixo dos R$ 3.450 cobrados dos atuais alunos após o reajuste.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/reajustes-provocam-confusao-na-universidade-gama-filho-3556996#ixzz1iQZ9al7K
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Reunião de Professores demitidos da UGF e da UniverCidade

Fonte: Sinpro-Rio
Na terça-feira, dia 10 de janeiro, às 11 horas, o Sinpro-Rio se reunirá com os professores demitidos da Universidade Gama Filho (UGF) e da UniverCidade.
Participe! A reunião ocorrerá na Sede do Sindicato, na Rua Pedro Lessa, nº 35, Centro do Rio.

Aumento de Mensalidades e Demissões em massa na UGF e na UniverCidade: políticas de enfrentamento

Fonte: Sinpro-Rio 03/01/2012


Diante das demissões em massa, executadas pelo grupo Galileo, na Universidade Gama Filho (UGF) e na UniverCidade – mesmo após aumentos das mensalidades em cerca de 25% e 18%, respectivamente – o Sinpro-Rio está oficiando as Instituições de Ensino Superior (IES) solicitando esclarecimentos sobre as demissões, tais como números, nomes e datas de homologações.
Os números ainda não foram divulgados pelas IES, mas rumores na categoria e na grande mídia apontam para cerca de 300 professores na UniverCidade e aproximadamente 600 na Gama Filho.
O Sindicato também já prepara denúncias ao Ministério da Educação; ao Ministério Público do Trabalho; à Superintendência Regional do Trabalho; às Comissões de Educação da Câmara de Vereadores do Rio, da Alerj, da Câmara Federal e do Senado; e à Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a ação abusiva das IES e outras irregularidades do processo. A entidade também já marcou uma reunião com o Sindicato dos Médicos, para articular ações conjuntas para o enfrentamento da situação.
Ato Público dos Estudantes
O Sinpro-Rio apoia os dois Manifestos dos estudantes da Gama Filho, que acontecerão no dia 5 de janeiro, quinta-feira próxima, às 7 horas (panfletagem) e às 17 horas (ato de rua), na porta da UGF, no campus que fica na Candelária.
Reunião de Professores demitidos UGF e UniverCidade
Todos os professores demitidos – e interessados no assunto – filiados ou não, estão convidados para uma Reunião no Sinpro-Rio, na próxima terça-feira, dia 10 de janeiro, às 11 horas, na Sede do Sindicato, que fica na Rua Pedro Lessa, 35, Centro do Rio.